Jul 29
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Criação de Coordenação da Requalificação de Luanda foi apenas para “ inglês ver” - Abel Chivukuvuku PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Administração   
Quarta, 24 Abril 2013 11:11

Criação de Coordenação da Requalificação de Luanda foi apenas para “ inglês ver” - Abel Chivukuvuku

Luanda - O presidente da Convergência Ampla de Salvação de Angola-Coligação Eleitoral (CASA-CE), Abel Chivukuvuku, reiterou Quinta-feira a sua disposição de deixar a Assembleia Nacional(AN) em Maio, depois da visita que fará a alguns países europeus (França, Inglaterra e Portugal) para responder a convites que lhes foram formulados por alguns partidos.

*Venâncio Rodrigues
Fonte: Opais

Líder da CASA-CE deixa o Parlamento em Maio

Falando em conferência de imprensa nesta Quinta-feira, que serviu para analisar a visita do Presidente da República(PR), José Eduardo dos Santos, ao município do Cazenga, para constatar as obras de requalificação, reforçou que os países que o convidaram pretendem que a visita se efectue enquanto ainda deputado, tal como afirmou quando respondia à uma pergunta de um jornalista.


Reiterou que deixará o Parlamento para se dedicar exclusivamente à Coligação, antevendo já os próximos desafios que se avizinham, mormente as autárquicas, numa primeira fase, em 2015 e, posteriormente, as eleições gerais, dois anos depois, nas quais pretende fazer a diferença em relação ao resultado obtido em 2012, quatro meses após a fundação da coligação.


Segundo o político, os resultados obtidos no pleito eleitoral passado animam os partidários da CASA-CE para prosseguirem com afinco e determinação a sua marcha até à vitória que lhe dará a possibilidade de formar o próximo Governo e proporcionar melhores condições de vida aos angolanos. “ Estamos a trabalhar para este fim” assegurou.


Entrando propriamente no teor do encontro com os jornalistas, Chivukuvuku disse que a visita do PR, enquadrada no Conselho de Coordenação Estratégica para o Ordenamento Territorial e Desenvolvimento Económico e Social de Luanda, foi apenas para “ inglês ver”, acrescentando que José Eduardo dos Santos “deve deixar definitivamente a cultura de faz de contas que acaba sempre no tanto faz”, apontou.


Na opinião Chivukuvuku, os problemas crónicos e insolúveis da falta de água e de energia eléctrica nos últimos meses, com consequências violentas no modo de vida das populações dos bairros suburbanos de Luanda, continuam a subir vertiginosamente, e os esforços até aqui feitos pelo Executivo são apenas paliativos.


“Mais uma vez, infelizmente, o Titular do Poder Executivo e o seu Conselho voltaram a anunciar os mesmos planos, programas e projectos, nunca executados de forma eficaz e conclusiva, apesar das centenas de milhões de dólares já gastos nessas empreitadas há vários anos”, sentenciou.


De acordo ainda com Abel Chivukuvuku, para se contornar a situação caótica que Luanda vive, exige do Executivo a aprovação de um programa reitor de requalificação e desenvolvimento de toda a cidade, com etapas de execução bem definidas, com prioridade para os bairros em situação crítica, assim como estancar o crescimento desordenado da capital do país.


O programa de requalificação e desenvolvimento que defende esta força política, atendo-nos às afirmações do seu responsável máximo, assentam num conjunto dos sistemas de saneamento básico de toda a cidade, clarificando a gravidade de cada situação, as prioridades, etapas e condições técnico-financeiras da sua execução.


Requalificação urbanística progressiva de todos os bairros suburbanos, adoptando como filosofia de ocupação dos novos empreendimentos habitacionais a priorização dos residentes tradicionais dos bairros, evitando sobretudo o desenraizamento e as transferências forçadas das populações. Estas são algumas soluções apontadas por Abel Chivukuvuku.

Actualizado em Quarta, 24 Abril 2013 11:23
 
Criança de um ano raptada e encontrada morta sem o pênis PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Quarta, 24 Abril 2013 10:58

Criança de um ano raptada e encontrada morta sem o pênis

Benguela - Tudo aconteceu no Município do Lobito na província de Benguela, quando na segunda- feira 22 de abril do presente ano, uma a criança acompanhada pela sua irmã também menor, foram intercetadas por uma outra de aproximadamente 11 a 13 anos de idade que de imediato enganou a acompanhante com um pacote de bolacha elevou o seu irmão para parte incerta.


 
Os familiares desolados ocorreram as rádios, a Polícia Nacional e em outras Instituições na esperança de encontrar o seu petiz. Dois dias depois, a criança do sexo masculino foi encontrada morta sem o sexo.


É o segundo caso no Município do Lobito, já que a primeira criança foi encontrada morta enterrada no quintal do suspeito.

 
Sessão de Encerramento PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Quinta, 04 Abril 2013 12:59

Sessão de Encerramento
14 Horas, 1° Congresso Extraordinário da CASA-CE

 

Intervalo para almoço. Os dois pontos em discussão foram parcialmente arrumados e como conclusão dos debates, em consenso,
um adiamento até ao Próximo Congresso que será convocado para 2016. Neste Congresso, aí sim será eleito o Presidente e
confirmada a transformação da CASA-CE em Partido, processo que inicia em conformidade com um calendário que será
estabelecido.

 
Os delegados almoçam e conversam em grupos ou delegações, esbatendo os assuntos que certamente tenham ficado
suspensos ou não tenham tido a oportunidade de, por qualquer motivo expor.
Depois do almoço, os trabalhos retomam em sessão de Encerramento, a destacar a Leitura do Diploma relativo a
indicação para o Conselho deliberativo Nacional, seguida do acto de tomada de posse;
da Leitura do Diploma de nomeações dos titulares dos orgaos executivos da CASA-CE e das Resoluções
e do Comunicado final que prevê-se fará alusão ao Dia Internacional da Paz.
 
 
O 1° Congresso Extraordinário da CASA-CE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Administração   
Quarta, 03 Abril 2013 16:08
		O 1° Congresso Extraordinário da CASA-CE
Na prática os trabalhos começaram hoje 03 de Abril
 
O primeiro dia de trabalhos correu em conformidade com o projectado;
até 10 h 30, os 1100 delegados, os mais de 100 convidados, os mais de
50 jornalistas dos mais de 20 órgãos de Comunicação Social estavam
todos reunidos. Deu-se o pontapé de saída.
 
		Hoje
Abriu a Sessão o coordenador da Comissão organizadora Manuel Fernandes
que leu a Ordem de trabalhos. Oficializada a constituição e posta em
exercicio as comissões das mesas de presidência do Congresso, a saber:
1 – Mesa do Congresso formada por 07 membros: Abel epalanga
Chivukuvuku; Lindo Bernardo Tito; felé António; Carlos Tiago kandanda;
Miguel Francisco; “Michel”; Deolinda Vigário; Bimacha Mariana da
Conceição André;
 
A Mesa de Redacção composta por 08 membros: Xavier Jaime André;
William Tonet; Olga Vitumbo Sepisso; Jandira Cardoso Parente; Pedro
Morais Vieira; David Kysadila; Carlos Veiga Morgado e Generosa
Chambula Barbosa.
 
Para a Comissão de Mandatos 05 Membros: Sikonda Lolendo Alexandre;
Leonel Gomes; Alzira Paim; Cristina Dias dos Santos Matias e
Evangelina Cecília Teles.
 
O dia de hoje está reservado aos debates de índole mais interna e
estritamente reservado aos delegados ao Congresso para se debelar
questões atinentes aos estatutos, programas, correntes ideológicas; a
identidade mãe e as propostas para as directivas e programas para
execução futura.
 
Nesta sessão matinal foram ainda apresentados aos delegados os
relatórios das actividades e balanço financeiro do exercício de Abril
2012 Abril de 2013.
 
Os regulamentos que constavam já do Kite de documentos constantes da
Pasta do Delegado antecipadamente entregues a cada um, foi analisado,
discutido e aprovado, depois de consubstanciado pelo Coordenador da
comissão Organizadora Manuel Fernandes.
 
Aprovado o regulamento, passou-se a leitura dos documentos relatórios
da prestação da CASA-CE em particular do seu Conselho Executivo.
 
Foi lida pelo Chefe do Gabinete de Estudos e Análise Xavier Jaime a
Avaliação Geral sobre a Prestação da CASA-CE, desde o surgimento a 03
de Abril de 2012 até as Eleições Gerais de Agosto de 2013.
 
Seguidamente o Secretário Executivo Nacional Leonel Gomes cessante
apresentou o Relatório Executivo Geral Abril 2012 a Abril de 2013;
 
Por último foi apreciado o Relatório Financeiro Geral do mesmo
período, apresentado em dois blocos, antes eleições e depois eleições
respectivamente pela deputada Odeth Joaquim e pelo dr. Carlos Morgado
 
Os debates continuam acesos.
Actualizado em Quarta, 24 Abril 2013 15:08
 
Iº CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO – LUANDA – 2, 3 E 4 DE ABRIL 2013 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 02 Abril 2013 16:38

Iº CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO – LUANDA – 2, 3 E 4 DE ABRIL 2013

DISCURSO DE ABERTURA DO Iº CONGRESSO EXTRAORDIÁRIO DA CASA -CE

Dr. Abel Epalanga Chivukuvuku

Presidente da CASA – CE

 

Excelentíssimos Senhores Vice – Presidentes da CASA – CE.

Excelentíssimos Senhores, membros do Conselho Presidencial, membros do Conselho Executivo Nacional e membros do Conselho Deliberativo Nacional.

Minhas Irmãs e Meus Irmãos, distintos delegados a este histórico I Congresso Extraordinário, vindos de todos os cantos do nosso grande, belo e sofrido País. Quero em especial desejar boas vindas a todos os delegados vindos das províncias e dos delegados das comunidades angolanas na diáspora. Espero que tenham viajado bem e tenham também deixado bem os familiares e amigos.

Distintos Convidados, com referência especial para os representantes do Corpo Diplomático, representantes dos Partidos Políticos e representantes das distintas confissões religiosas aqui presentes.

 

Minhas Senhoras, Meus Senhores;

 

Permitam-me solicitar-vos para mais uma vez nos pormos todos de pé, para prestarmos homenagem sentida a companheiros que perderam a vida no decurso do mês de Março em missões de serviço da nossa CASA comum. Trata-se da companheira Júlia Mungongo Francisco Fernandes, falecida num trágico acidente de viação apôs a realização da conferência provincial do Cuanza Sul, e do companheiro Garcia Muatindi, também falecido num trágico acidente de viação apôs a realização da conferência provincial da Lunda Norte zona Cuango.

 

Muito obrigado. Que Deus Pai lhes guarde em Paz.

 

Distintos convidados, caros concidadãos;

 

O dever patriótico e a honestidade política, exigem de mim aqui e neste momento e em nome de toda a direcção da CASA – CE, exprimir o mais profundo, sincero e reconhecido agradecimento ao povo angolano e com particular ênfase a juventude heróica desta nossa Angola. Apesar do gigantesco exercício de manipulação desenvolvido pelo regime autoritário vigente no País; apesar da incerteza gerada pala desigualdade descomunal de recursos entre os vários competidores, e perante o escasso tempo disponível, os Angolanos tiveram fé, acreditaram na causa da mudança e contribuíram decisivamente para que a CASA – CE inscrevesse um capítulo impar na história política da África moderna. Hoje a CASA – CE é um factor incontornável da vida pública nacional.

 

Meus Companheiros, dou – vos a minha palavra, que todos juntos vamos neste I Congresso Extraordinário lançar as bases que farão da nossa CASA comum o factor definidor da agenda política nacional.

 

 

 

 

Minhas Senhoras, Meus Senhores. Companheiros,

 

Permitam-me também deixar uma palavra de profunda e sincera gratidão a todos Vós, membros da CASA – CE. A todos os que acreditaram; a todos os que tiveram fé e aceitaram trilhar uma nova aposta por Angola; A todos os que abandonaram as suas carreiras políticas de décadas, construídas com sacrifício, suor, lágrimas e sangue; a todos que assumiram e aceitaram o desafio de renovar os sacrifícios e reconstruir do nada, um novo caminho. Tudo por Angola. Tudo pelos angolanos.

 

Chegados ao dia de hoje, podemos, num misto de modéstia e orgulho, dizer e clamar em alta voz que por Angola valeram a pena os sacrifícios e esforços consentidos por todos vós aqui presentes e ausentes.

 

Minhas Senhoras e Meus Senhores;

Com este I Congresso Extraordinário, estamos a concluir a etapa inicial da nossa caminhada. A etapa do renascimento da Esperança. Poderíamos ter ido muito mais longe se tivéssemos em Angola um regime verdadeiramente democrático, de liberdade, cívico e respeitador da Lei. Infelizmente este não é o caso de Angola.

 

A história recente de Angola demonstra que o País está envolvido em três processos de transição desde 1991, um dos quais culminou razoavelmente e os restantes dois estagnaram e foram desvirtuados.

O primeiro processo diz respeito a transição de décadas de conflito fratricida interno para a Paz. Esta transição foi iniciada com os acordos de paz de Bicesse - Portugal, e culminou positivamente em Abril de 2002, graças ao contributo de todos os angolanos.

O segundo processo de transição visava a transformação do Estado totalitário de partido único que imperou desde a independência de Angola até 1991, para um Estado democrático e de direito. Infelizmente este processo estagnou e foi conscientemente adulterado. Hoje impera em Angola uma democracia de fachada, quando em verdade se trata de um autoritarismo caracterizado pelo poder pessoal total de um só cidadão.

O terceiro processo de transição iniciado também em 1991, visava a transformação da economia de planificação central e da propriedade exclusiva do Estado para uma economia de livre iniciativa, de mercado, reservando ao estado o papel regulador. Este processo foi transvestido e em Angola temos hoje um capitalismo anárquico dominado pela oligarquia nepótica e insaciável predadora dos recursos de todos os angolanos. O modelo económico conscientemente implantado pelo detentor de poder pessoal produziu uma estrutura social de alto risco, para a estabilidade que o País precisa.

Orgulhamo-nos de termos nossos concidadãos ricos e de entre eles a mulher mais rica de África em apenas uma década. No entanto, entristece - nos a forma como a maioria da população é relegada para a estrema pobreza, quando todos os angolanos deveriam a partida ter direitos iguais e não só para os que tiveram acesso a riqueza por via da paternidade ou do exercício de cargos públicos.

Apesar de discordar do modelo adoptado com a construção das novas centralidades, reconheço que há alguma razão para regozijo, pela edificação dessas novas centralidades; das novas vias, mas revolta – nos a miséria extrema nos nossos bairros suburbanos e aldeias sem um mínimo de sanidade básica, sem água sem energia e tantas outras carências, ao mesmo tempo que o detentor do poder pessoal cria sucessivas reservas e fundos geridos por familiares, em vez de investir na melhoria da qualidade de vida dos angolanos.

Qualquer governante, que se dignasse visitar nos dias de hoje, o Cazenga, o Rangel, Cabo Ledo e tantas outras localidades suburbanas ou rurais deste País, teria pelo menos algum sentimento perante tanta miséria e sofrimento e assim ganharia outra consciência quanto ao seu papel de governante. Por isso, vivem trancados nos seus palácios de onde só saem com a sua guarda pretoriana espalhada por todos os cantos por onde passam e não passam.

Meus Companheiros. É para acabarmos com este estado de incerteza e miséria que criamos a CASA – CE, como instrumento dos angolanos para a realização da mudança positiva e responsável em Angola.

Minhas Senhores e Meus Senhores;

O Congresso que hoje inicia, a coincidir com o primeiro aniversário da nossa CASA comum, deve representar a renovação da nossa fé, da nossa determinação e da nossa vontade férrea de contribuirmos decisivamente para a consolidação de uma Angola de Paz, de estabilidade e de crescimento económico. Mas também e sobretudo de uma Angola de justiça social e livre da pobreza, do medo e da corrupção. Este é o nosso desafio comum, o desafio do nosso tempo. É por isso que estamos aqui. E é por isso que proclamamos em alta voz, chegou a hora dos angolanos.

 

Este congresso tem como lema, <transformar para crescer e vencer para realizar Angola.> Nascemos em 2012, engatinhamos e chegamos a adolescência nas eleições gerais de 2012. Agora chegou a hora de crescer, ganhar maturidade e assumir os destinos do País em 2017.

 

Minhas Irmãs, Meus Irmãos,

Para que possamos crescer precisamos em conjunto, renovar a nossa fé e a nossa certeza de que a criação da CASA – CE correspondeu a um imperativo nacional que é o de salvar Angola e os angolanos. Assim, vamos começar os nossos trabalhos com o debate sobre o estado da nação, para nos aquilatarmos sobre as várias dimensões da vida nacional.

Permitam – me companheiros, que faça aqui um parênteses para agradecer do fundo do coração os três cidadãos angolanos, académicos e especialistas nos seus domínios, que na qualidade de cidadãos independentes e livres, aceitaram o nosso convite para nos apresentarem a sua análise científica sobre os domínios de sua especialidade.

Peço uma salva de palmas ao Dr. Marcolino José Carlos Moco, ao Dr. Carlos Rosado e ao Dr. Elias Issac Mateus.

 

Minhas senhoras e Meus Senhores,

O nosso lema neste I Congresso Extraordinário também versa sobre a necessidade de transformar para crescer. Assim, vamos discutir e deliberar com rigoroso respeito pela diversidade mas também com serenidade e maturidade, sobre as múltiplas transformações que a nossa CASA comum precisa de encetar nos próximos tempos, sem hesitações, sem tergiversações e sem segundas agendas.

Precisamos de lançar o processo de transformação institucional para que a CASA – CE que foi criada como coligação, mude para partido político tal como vem estabelecido nos acordos constitutivos e nos estatutos vigentes.

Precisamos também de dinamizar o processo de transformação política para que a nossa CASA que foi nas eleições gerais de 2012 a aposta do eleitorado urbano e juvenil, ganhe características que façam dela a aposta das largas massas e sejamos de forma indiscutível, a força política da juventude angolana.

Precisamos finalmente de definirmos os parâmetros das transformações estruturais imprescindíveis para melhorarmos a eficácia do nosso trabalho, sem descurarmos os imperativos de estabilidade organizacional.

Caros Companheiros,

Teremos durante os próximos três dias um debate sobre a questão da eleição ou não da liderança da CASA – CE neste congresso. Este debate teve início na reunião do Conselho deliberativo Nacional que teve lugar aqui em Luanda em Outubro do ano transacto e que continuou intensamente ao nível dos órgãos centrais e durante as conferências provinciais.

Durante este debate perfilaram-se duas tendências bem definidas, e todas elas legitimas. Temos aquilo que Eu chamo de tendência legalista. Esta tendência justa e correctamente entende que todas as organizações humanas devem com rigor respeitar escrupulosamente as normas estabelecidas pelos seus documentos reitores e constitutivos. De acordo com esta tendência e justamente, os actuais estatutos e os acordos constitutivos, definem que o exercício do cargo de presidente, decorre do consenso das partes constituintes, para alem de que o mandato instituído em 2012 apenas expira em 2017, considerando assim, que seria anti – estatutário eleger a liderança neste congresso extraordinário e propõem apenas a alteração dos estatutos agora e protelar o processo de eleição para o próximo congresso ordinário. Esta posição é assumida maioritariamente pelos membros da CASA – CE ligados as estruturas centrais.

Por outro lado temos a tendência que Eu chamo de legitimista. Esta tendência que engloba algumas personalidades dos órgãos centrais, e reflecte as posições maioritárias das conferências provinciais, exige a realização do processo de legitimação total dos órgãos de direcção da CASA – CE neste congresso extraordinário. Para eles a minha simpatia.

Como é do conhecimento dos membros dos órgãos de direcção da CASA – CE, Eu nunca me coibi de exprimir a minha posição a favor das opções legitimistas, embora reconheça o mérito e justeza das posições legalistas.

Este congresso, por ser congresso, tem toda a legitimidade de revisitar este debate e tentar encontrar um modelo de equilíbrio que permita considerar a justeza das duas tendências. Felicito todos os membros da CASA – CE que têm defendido acerrimamente os seus contraditórios pontos de vista, o que verdadeiramente representa a natureza da CASA – CE como espaço político de abertura, liberdade e democracia.

 

Apenas recomendo a todos que nas vossas refleçções, nas vossas posições, prevaleça em primeiro lugar o interesse supremo do nosso martirizado País, Angola.

 

Minhas Irmãs, Meus Irmãos,

Espero que tenhamos os três dias do nosso I Congresso Extraordinário, dedicados totalmente a um trabalho intenso, produtivo mas também de convívio fraternal e troca de experiencias.

Eu, vosso humilde e fiel companheiro, não tenho a mínima dúvida sobre o papel decisivo e histórico que a CASA – CE vai desempenhar no nosso País. Na hora do surgimento, conseguimos vencer a incerteza, a dúvida e a angústia.

Nesta hora decisiva, importa sublinhar que também vamos vencer a batalha do crescimento, que só depende da nossa vontade, da nossa determinação e do nosso trabalho.

 

Com criatividade; com inovação; com seriedade; com abertura; com irmandade; com coesão e com patriotismo, o futuro pertence – nos. O futuro será dos angolanos com a CASA – CE no poder. Este futuro constrói – se hoje. Constrói – se no dia a dia a partir de agora, pelos filhos humildes desta nossa Angola que somos todos nós.

 

Bem haja o I Congresso Extraordinário da CASA – CE.

Bem haja os filhos de Angola aqui reunidos.

Que DEUS abençoe este Congresso.

Que DEUS abençoe Angola e os angolanos.

Muito obrigado.

 
INTERVENÇÃO DO SERECRATARIO GERAL DA JPA, NA CERIMÓNIA DE ABERTURA DO Iº CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DA CASA-CE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 02 Abril 2013 15:39

CONVERGENCIA AMPLA DE SALVAÇÃO DE ANGOLA

CASA-CE

JUVENTUDE PATRIOTICA DE ANGOLA

JPA

SECRETARIADO DO EXECUTIVO NACIONAL

INTERVENÇÃO DO SERECRATARIO GERAL DA JPA, NA CERIMÓNIA DE ABERTURA DO Iº CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO DA CASA-CE

Excelentíssimo Presidente da CASA-CE, Dr. Abel Chivukuvuku;

Excelências, Vice-Presidentes da CASA-CE;

Digníssimo Secretário Executivo da CASA-CE, Sr. Leonel Gomes;

Digníssimo Presidente da Bancada Parlamentar da CASA-CE, Almirante André Mendes de Carvalho;

Mui respeitáveis Conselheiros da Presidência da CASA-CE;

Estimada Responsável da Coordenação Nacional da Mulher Patriótica de Angola, Sr.ª Faustina Kandanda;

Excelentíssimos Dirigentes e activistas da Juventude Patriótica de Angola, braço juvenil da CASA-CE;

Excelentíssimos dirigentes e quadros da CASA-CE;

Dignos representantes de Congregações Religiosas; Partidos Políticos; Sociedade Civil e comunidades Académicas;

Estimados membros do corpo diplomático acreditado na República de Angola;

Estimados e estimadas congressistas, minhas senhoras e meus senhores

A CASA-CE existe à um ano e, hoje, realiza o seu IIº Congresso. Fica aqui demonstrada a vitalidade interna desta Coligação de Partidos e de Distintas Personalidades políticas. Queiram aceitar, em nome da Juventude Patriótica de Angola, os nossos agradecimentos, por dispensarem o vosso precioso para ouvirem as preocupações dos jovens angolanos.

 

Excelências, a dinamização da Juventude Patriótica de Angola (JPA) foi protagonizada por um grupo de jovens patriotas, em Luanda, no mês de Março de 2012, sob inspiração do Presidente da CASA-CE, Dr. Abel Chivukuvuku.

Na altura, ficou claro de que os membros e dirigentes da JPA são a reserva politico ou ideológica da nossa coligação e pontas de lança na caça ao voto.

Os membros da JPA não estão vocacionados para lamentar e choramingar, mas sim para agirem e lutarem pelo poder político e para realizarem os anseios da juventude angolana. O sucesso desta missão passa pelo respeito da hierarquia, da instituição "mais velhos" e, sobretudo pelo espirito de sacrifício, unidade na diversidade, humildade, organização, vigor, criatividade e empreendedorismo, sem perder a nossa vocação juvenil de críticos e autocríticos.

Dos dirigentes da CASA-CE, a JPA espera que os jovens não sejam tratados, apenas, como a força e energia física para o trabalho político. Auguramos que os jovens sejam, tal como têm sido, recompensados a realizar missões sociais relevantes dentro da coligação e junto de instituições do Estado, para defenderem, com mesmo vigor e sabedoria, os interesses da nossa coligação e da juventude angolana. Neste particular, e na qualidade de responsável máximo da juventude Patriótica de Angola, reafirmo a confiança total nos membros da Direcção da CASA-CE e, em particular do seu Presidente Abel Chivukuvuku de assim procederem!

Estimados congressistas, minhas senhoras meus senhores;

Com muita tristeza informamos que, desde a independência de Angola, o Partido e o Presidente que dirige o país, nunca aprovaram uma política juvenil de Estado. Por isso, oficialmente, não sabemos quando inicia e termina a idade juvenil em Angola. Este facto demonstra que a juventude e os seus graves problemas não constituem da elite governamental angolana. Por isso, os problemas da juventude são tratados de forma atabalhoada, desorganizada e discriminatória.

Os principais problemas que a juventude rural, urbana, estudantil, militar, deficiente física, etc enfrenta são os seguintes: desemprego, baixo salário, dificuldades de acesso à formação académica e profissional, falta de habitação, falta de acesso à assistência médica e medicamentosa suficiente e de qualidade, prostituição, alcoolismo, o consumo de drogas e estupefacientes, delinquência juvenil, pobreza, fome, perseguição política, raptos, exclusão e descriminação social, tortura e em alguns casos morte. À estas macas, junta-se a falta ou fraca participação da maioria dos jovens na vida política nacional.

O nível de vida da maioria dos jovens angolanos, nas zonas urbanas, nos musseques e nas zonas rurais, é baixo e precário. Pois, a maioria não tem acesso à água potável, energia eléctrica, saneamento básico, informação plural e não intoxicada, formação académica e profissional de qualidade, bolsas de estudo, crédito bancário, adubos e sementes, etc.

Excelências, caros congressistas, senhoras, senhores e estimados jovens.

O sistema de ensino angolano e, sobretudo a actual reforma educativa estimula a mediocridade e a má qualidade de Ensino. Por exemplo, no Iº ciclo de ensino e fruto da monodocência, mais de 50% dos professores que leccionam as disciplinas de Matemática, Língua Portuguesa e Educação física não estão preparados para o efeito; mais de 50% do sucesso escolar decorre da aprovação de classe administrativa ou fraudulenta, superiormente orientada; mais de 50% dos filhos dos governantes, que defendem a reforma educativa, estudam em escolas estrangeiras, sobretudo francesas e portuguesas.

Para nós, as bases do sistema de ensino e aprendizagem devem assentar na realidade sócio - cultural de Angola; na nossa visão sobre o rumo da humanidade; na formação sistemática e contínua dos professores e de todos agentes educativos; na criação de condições salarias e laborais estimulantes e no apetrechamento das escolas de bibliotecas, laboratórios e de salas de novas tecnologias.

Em relação a promessa do Presidente do MPLA e no poder de construir uma casa por dia e de dar casa à todos jovens sem abrigo, temos o doloroso dever de informar que fracassou. Pois, a maioria esmagadora da juventude continua sem casa.

Quanto as novas centralidades, sobretudo a de cidade do Kilamba, reconhecemos que depois de uma grande pressão da CASA-CE e do seu Presidente, Abel Chivukuvuku, o Presidente da República orientou o povoamento da referida cidade. Em relação a este processo, a juventude continua a perguntar-se o seguinte:

Afinal quem emperrava o povoamento da cidade fantasma do Kilamba?

Porquê é que os jovens que não têm casas, nem próprias nem de aluguer, foram, mais uma, esquecidos?

A venda de casas nas várias centralidades demonstra ou não o carácter injusto, desorganizado e discriminatório do Executivo e do MPLA?

As respostas que cada um deu à estas questões levaram a concluir que a resolução do problema habitacional da juventude depende, claramente, da saída do MPLA e do seu Presidente do poder político em Angola.

Jovens Desportistas, fazedores da cultura e da arte, jovens no geral

Não há uma política desportiva séria e sistemática em Angola. O processo da prática desportiva é fraudulento e discriminatório, pois, os clubes desportivos não recebem a mesma quantia financeira por parte deste Estado.

O critério fundamental para o financiamento, promoção e massificação desportiva é, a manutenção do actual Partido e Presidente no poder político em Angola.Com efeito, adulteram-se e fabricam-se a idade dos atletas e os resultados eleitorais para manter a frente das federações desportivas homens "servidores" do Presidente e do Partido político no poder em Angola. Pois, quando as selecções desportivas nacionais vencem um trofeu ou uma competição atribui-se mérito ao Presidente da República e ao MPLA e quando esta mesma selecção perde são culpabilizados apenas os dirigentes desportivos, os treinadores, os atletas e o povo angolano. Como consequência, o futebol angolano não se impõe em África e no mundo; o Basquetebol está em queda livre, e o mesmo poderá ocorrer com o Andebol, caso não se inverta o quadro.

Para a JPA, o Desporto deve ser uma escola e uma indústria ao serviço da unidade nacional, da educação e instrução da juventude, ao serviço da ocupação recreativa e profissional da juventude; da produção cultural, material e financeira; da promoção da imagem de Angola e da auto-estima dos angolanos e angolanas.

Aproveitamos o ensejo para endereçar a nossa admiração e felicitação a todos jovens agentes desportivos, Atletas, empresários desportivos, jornalistas e claques de apoio. Apelamos que se sintam estrelas e pérolas de Angola e nunca propriedade privada de um Partido e um líder Político.

A política cultural angolana promoção apenas símbolos e personalidades ligados ao MPLA. Nesta terra, o sistema de promoção cultural e de apoio aos jovens fazedores da cultura, da arte e da ciência é discriminatório e fraudulento. Pois, os músicos que não entram no esquema de apoiar a manutenção do poder do MPLA e de seu Presidente, são simplesmente abandonados. Por isso, a maioria dos jovens músicos de sucesso são intimidados e proibidos de actuar em eventos dos Partidos Políticos da oposição.

Aproveitamos o ensejo para felicitar e encorajar todos jovens fazedores da cultura, da arte, da ciência e garantir que com o presidente da CASA - CE no poder, jamais serão coagidos a descriminar os Partidos Políticos da oposição. Tenham certeza absoluta de que com a CASA-CE e de Abel Chivukuvuku no poder, o sucesso de cada um, vai depender, somente, do seu dom, dotes, habilidades, criatividade, empreendedorismo e trabalho. Todavia, exortamos a todos a iniciarem um combate contra a teoria da conotação e do medo e a libertarem-se da prisão mental. Pois, sois cidadãos livres, pérolas e estrelas de todo povo angolano e não de um só Partido ou, um só Líder Político.

Contrariamente ao que querem impingir-nos, o exército de desempregados cresce diariamente. Pelas políticas de industrialização ou reendustrialização seguidas pelo executivo angolano, temos certeza que querem empregar a maioria da juventude numa só empresa cujo nome é "Maratonas e Festivais juvenis de Cervejas para embriagar, Alienar e Distrair a Juventude Angolana". Só assim que se justifica que a indústria cervejeira seja a Líder Nacional.

Atendendo os avultados valores gastos de forma injustificada na organização do CAN em Angola, na participação da selecção de futebol no CAN da África do Sul e os que vão ser gastos na organização do campeonato mundial de hóquei em Patins em Angola, não nos resta dúvidas de que o executivo angolano se fosse sensível e patriota daria a daria emprego à maioria da juventude e à cada jovem desempregado daria um subsídio de desemprego. A resolução do problema de desemprego passa, lamentavelmente, também pela saída do poder da actual elite governamental.

Estimados jovens integrados em movimentos sociais, jovens no geral.

A imposição do 14 de Abril, que é o dia da Juventude do JMPLA, como o dia de toda juventude angolana é inaceitável e inadmissível. Não está em causa a figura individual de Hoje-A-Yenda, que em vida não aceitaria ser simultaneamente Patrono da Juventude do MPLA e de todos jovens de Angola. A insistência em mantê-lo como símbolo máximo da JMPLA e de todos jovens angolanos começa a ser vista como uma estratégia de desgastar a imagem deste nacionalista, expondo-o a uma contestação permanente. Esta situação preocupa alguns familiares de Hoje-A-Yenda.

Se a JMPLA insistir nesta imposição, Hoje-a-yenda, que já não é aceite como patrono da juventude angolana, será também contestado, nos próximos anos, como patrono da juventude do MPLA. Para preservar a imagem deste nacionalista, apelamos ao Presidente da República, a remover a organização juvenil do MPLA.

Enquanto esta duplicidade durar, a JPA não vai comemorar o 14 de Abril como dia da juventude angolana, pois é anti - democrático, fere o princípio constitucional de igualdade de todos nacionalistas perante a lei, viola o espirito de reconciliação nacional e ameaça a estabilidade social. Todavia, aproveitamos o ensejo para felicitar a JMPLA pela sua data e aniversário do seu Patrono!

Entendemos ser fundamental, que a juventude religiosa, na sua missão de promover a paz e o espírito reconciliador a aconselhar a Direcção do MPLA e da JMPLA a abandonar a cultura de imposição e arrogância. Propomos também ao CNJ a criar uma comissão para analisar e propor uma data consensual para juventude angolana. Pois a ilusão de que o dia da juventude angolana é o 14 de Abril nunca vincará, numa Angola verdadeiramente democrática e reconciliada.

Outro sim, a permanente postura ditatorial e intolerante da actual liderança do País, não deixa margens para dúvida de que só teremos um processo de reconciliação nacional sério e inclusivo com alternância Política em Angola.

Caros congressistas, minhas senhoras meus senhores e estimados jovens;

O acima exposto faz com que, a maioria da juventude angolana hoje encare a CASA-CE e o seu presidente, Dr. Abel Chivukuvuku como a solução dos seus problemas. Esta juventude é maltratada pela polícia, perseguida, descriminada e excluída das instituições públicas pelas autoridades do Estado que deveriam ser politicamente apartidários. Outros jovens são raptados e, algumas, vezes, mortos.

Excelências, esta realidade estimula os sectores mais radicais da sociedade a defenderem a revolução como método para mudança política em Angola. Todavia, a Juventude Patriótica de Angola, inspirada pelos ideais da CASA-CE e do seu Presidente Abel Chivukuvuku, está a mobilizar a juventude angolana a adoptar uma acção histórica vigorosa, mas pacífica para a mudança pacífica e qualitativa em Angola.

Para nós, a mudança pacífica significa saída da actual liderança do País no poder, através de eleições livres e justas.

Estimados jovens, reagir com violência contra quem nos descrimina e maltrata manifesta uma fraqueza de espírito tão necessária para a construção da nação angolana. A JPA é pela resistência e luta juvenil pacífica.

Estimados jovens, temer e cultivar a cultura do medo perante quem nos maltrata é uma cobardia inaceitável e inadmissível, porque pois transforma-nos de cidadãos livres á escravo ou prisioneiro. Por isso, a JPA encoraja continuarem destemidos, acutilantes, vigorosos, mas pacíficos na luta pelo poder político. Pois, é um direito que assiste á todos angolanos e não apenas á alguns.

Jovens, de ambos géneros, uma questão que se têm colocado é a seguinte: como será o futuro muito próximo da democracia e estabilidade em Angola, na actual situação em que o Presidente dos Santos e o MPLA se perpetuam no poder, de forma infinita, a coberto de sucessivas e sistemáticas fraudes eleitorais?

Jovens, há um fenómeno social que condiciona a participação política da juventude e de suas vidas que não tem merecido a devida atenção dos movimentos e líderes juvenis. Trata-se da fraude eleitoral. Ela é a a principal responsável pela maioria absoluta na Assembleia Nacional em Angola e pela arrogância, repressão e exclusão social em Angola, desde 1992. Por isso, não temos outra alternativa que não seja implementar o movimento juvenil contra fraude eleitoral.

Devemos todos tomar iniciativas criativas com vista a mobilizar e enquadrar a juventude na Convergência Juvenil Nacional para a Defesa do Voto, quer nas urnas e nas ruas. Vamos todos defender a paz e da democracia e do bem-estar socioeconómico das actuais e futuras gerações, de forma vigorosa, destemida, acutilante, mas pacífica, pacífica e pacífica. O movimento juvenil nacional de defesa do voto vai inibir cultura da fraúde eleitoral em Angola.

Aos mais velhos de todas latitudes político partidárias, aos angolanos patriotas, aos amantes da democracia, da paz, da estabilidade social, do bem-estar sócio-económico; da transparência e justiça eleitoral apelámos, em nome de Jinga Mbandi, Nkimpa Vita, Mandume, Ekuikui, Nhiekatola, Holdem Roberto, Agostinho Neto e Jonas Savimbi, Mário Pinto de Andrade, Nito Alves, Deolinda Rodrigues, Hoje –ya – Henda, Samu mbuila, pedimos encarecidamente um apoio incondicional à esta iniciativa.

Só com este movimento nacional juvenil é possível realizar em Angola uma mudança pacifica e qualitativa. A mudança qualitativa em Angola é aquela que vai manter e até melhorar ainda mais o nível de vida daqueles que já vivem bem hoje, mas também e sobretudo melhorar bastante o nível de vida daqueles que vivem mal hoje.

A mudança pacífica e qualitativa é, portanto, aquela que não vai descriminar nem excluir os que descriminam e excluem hoje, para convencermos os quatro cantos do mundo de que em África é possível os dirigentes políticos transformarem a riqueza natural em riqueza para as suas crianças, jovens e população; para provarmos de que é possível convivência pacífica e irmanada, na alternância política.

Em cada etapa de uma nação, DEUS escolhe organizações e homens para ajudar o povo a atravessar o deserto. Jovens, congressistas, minhas e meus senhores, o líder da mudança pacífica e qualitativa em Angola chama-se Abel Chivukuvuku. Ele é um dos políticos mais queridos pela juventude angolana, e é a nossa aposta para governar Angola a partir de 2017.

Viva Angola; Viva CAS-CE, Viva o Presidente da CASA-CE, Dr. Abel Chivukuvuku

Que DEUS abençoe os presentes e todos angolanos

Muito obrigado pela paciência e tenção dispensada!

Luanda, aos 02 de Abril de 2013

SECRETARIAO DO EXECUTIVO NACIONAL DA JPA.

______________________________________

Rafael Aguiar

(Sociólogo)

 
Apartir deste momento os radios ouvintes podem acompanhar na integra o discurso do presidente Abel chivukuvuku por ocasião da abertura dos trabalhos do primeiro congresso Extraordinário. Basta conectar-se a PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Terça, 02 Abril 2013 15:29

 

Apartir deste momento os radios ouvintes podem acompanhar na integra o discurso do presidente Abel chivukuvuku por ocasião da abertura dos trabalhos do primeiro congresso Extraordinário. Basta conectar-se a

www.radioculturaangolana.com 

 
Chivuku na Quissama - sábado 23 de Março de 2013 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Quarta, 27 Março 2013 15:43

Chivuku na Quissama - sábado 23 de Março de 2013

 

Chivukuvuku foi recebido em Quissama pela população local de braços abertos e de forma efusiva. “Bem-vindo a Quissama Chivukuvuku”, “Você é nosso filho”, declararam os mais velhos. “Você partilha o sofrimento dos angolanos, temos acompanhado os teus movimentos e percebemos que não é falso, é real, pois para além da campanha, voltaste”, disse uma das mamãs que o seguia.

Surpreendente, se atendermos ao facto de Quissama ser catalogado como um dos bastiões irredutíveis do MPLA. Nota: os jovens que estavam distraídos numa Maratona organizada a pressas com o nítido objectivo de obstruir a visita do Presidente da CASA, anunciada já há uma semana para aquela região, logo ao se aperceberem da chegada de Abel Chivukuvuku, abandonaram a Maratona e o festim do MPLA e correram para receber aos cânticos e de braços no ar, batendo palmas e a entoar o nome daquele que desde esse dia passou a fazer parte da família.

 

Jovens do MPLA correram ao encontro de Chivukuvuku, e abandonaram a Maratona

 

Sem contestação, as impressões digitais de Chivukuvuku e o calor da sua comitiva composta pelos Vice-presidentes Anatilde Freire e Lindo Bernardo Tito; pelo Secretário Executivo Leonel Gomes e membros da Juventude Patriótica e da Mulher Patriótica, ficaram bem marcados no interior daquela população.

 O Secretário Municipal da CASA-CE, em Quissama Adão Kalamba, fez o Presidente percorrer o município, apalpar a realidade de vida das populações e do como e os porquês das fontes de recursos de sobrevivência e de sustentação desse povo campesino e pesqueiro. “Nós não temos outros recursos, vivemos essencialmente da pesca. Se o Mar nos negar, morremos, porque desses governantes pouco esperamos. Esqueceram-se de nós, só aqui vêm com promessas e se for para materializar qualquer coisa é porque precisam de nós, como aconteceu na época das eleições. Não temos água, não temos energia eléctrica e aqui morre-se muito por falta de quase tudo, desde os medicamentos (conservados), as clínicas ou hospitais e pessoal de apoio. Faça alguma coisa por nós”, lamentava uma das senhoras em voz alta.

 

  

Água rara, água da Mukwenha. O Presidente Chivukuvuku, cansado e com sede, socorreu-se ao fontenário; fez o movimento de abrir a torneira e qual foi o espanto; saiu ar!

 

 

A praia da Quissama, os pescadores e o peixe, foram objectos de contemplação. A multidão seguiu e aproveitou constatar o que nunca tiveram a oportunidade de ver, o lado escuro do social crítico daquela gente sofredora.

 

 Com os pescadores

 

Tudo foi aliciante e os jovens e demais habitantes não resistiram e de forma consciente aderiram e aceitaram receber os cartões de membros da CASA-CE.

Actualizado em Quarta, 27 Março 2013 16:30
 
Único bilionário angolano que não esta ligado a JES PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Segunda, 25 Março 2013 14:19

Único bilionário angolano que não esta ligado a JES

Lisboa – O ex- DG do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), Joaquim Sebastião, é citado no “draft” de um memorando restrito, qualificado, sobre o tema da transparência no regime do MPLA como a única individualidade angolana com activos perto da casa de um bilhão de dólares americanos que não esta ligado ao gabinete presidencial e que não é do convívio do Presidente José Eduardo dos Santos.

Fonte: Club-k.net

O memorando, baseado em activos e carteira de investimento de figuras ligadas ao regime cita personalidades como a empresaria Isabel dos Santos, com uma fortuna que oscila entre 4 a 5 bilhões de dólares; Manuel Vicente, Vice- PR, com cerca de 3 bilhões de dólares; Manuel Vieira Dias “Kopelipa”, Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar, com cerca de 2 bilhões de dólares; Higino Lopes Carneiro, Governador do Kuando Kubango, com fortuna avaliada em 1, 5 bilhões de dólares e o Leopoldino Fragoso do Nascimento, ex- chefe das telecomunicações da PR e consultor da Casa Militar, como estando nesta categoria de bilhões porem na cauda da lista.


Actualmente como Presidente do Benfica de Luanda, Joaquim Sebastião acumulou riqueza ao tempo que esteve ligado ao INEA. São lhe atribuído um vasto patrimônio em Angola e no estrangeiro acrescido a participações em multinacionais. Tem interesses em Espanha, incluindo uma frota de seis aeronaves privadas neste país europeu. Em Abril de 2012, a Revista portuguesa “Sábado”, o teria citado como uma das figuras vigiadas pelas autoridades judiciais espanhola, ao lado de Aldemiro Vaz da Conceição e José Mena Abrantes, ambos do gabinete presidencial que teriam feito transparências de capital suspeitas.


Em Angola, tem participações no Banco BNI por intermédio de uma construtora estrangeira ao qual o mesmo tem interesses em Angola. Atribuem-lhe igualmente a construção de uma moradia no bairro talatona em Luanda, até aqui considerada, como a casa mais cara de Luanda. Na moradia foi construída uma discoteca privada e dispõem igualmente de uma cave. A mesma esta a ser erguida num terreno que terá custado mais de 5 milhões de dólares americanos nos arredores da sede da UNITEL. Presentemente dedica-se a actividade empresarial. Goza de aceitação em meios de multinacionais baseadas em Angola que o descrevem como um quadro com predicados próprios.


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Angolanos – são tão pobres que só têm dinheiro PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 27 Janeiro 2013 07:26

Angolanos – são tão pobres que só têm dinheiro

A sociedade abaixo retratada só acontece por carência de cultura. Quem se sentir responsável por tal pobreza cultural ponha a mão na consciência que o resgate durará gerações...

“Em nenhum outro país os ricos demonstram mais ostentação como em Angola”. Apesar disso, os Angolanos ricos são pobres. São pobres porque compram sofisticados automóveis importados, com todos os exagerados equipamentos da modernidade, mas ficam horas engarrafados ao lado dos autocarros e candongueiros do subúrbio. E, às vezes, são assaltados, sequestrados, abusados e violentados no trânsito.

Presenteiam belos carros a seus filhos e não voltam a dormir tranquilos enquanto eles não chegam a casa. Pagam fortunas para construir modernas mansões, desenhadas por arquitetos de renome, e são obrigados a escondê-las atrás de muralhas, como se vivessem nos tempos dos castelos medievais, dependendo de guardas que se revezam em turnos.

Os ricos angolanos usufruem privadamente tudo o que a riqueza lhes oferece, mas vivem encalacrados na pobreza social. Na sexta-feira, saem de noite para jantar em restaurantes tão caros que os ricos da Europa não conseguiriam frequentar, mas perdem o apetite diante da pobreza que ali por perto arregala os olhos pedindo um pouco de pão; ou são obrigados a restaurantes fechados, cercados e protegidos por policiais privados.

Quando terminam de comer escondidos, são obrigados a tomar o carro à porta, trazido por um manobrista, sem o prazer de caminhar pela rua, ir a um cinema ou teatro, depois continuar até um bar para conversar sobre o que viram. Mesmo assim, não é raro que o pobre rico seja assaltado antes de terminar o jantar, ou depois, na estrada a caminho de casa. Felizmente isso nem sempre acontece, mas certamente, a viagem é um susto durante todo o caminho. E, às vezes, o sobressalto continua, mesmo dentro de casa.

Os ricos Angolanos são pobres de tanto medo. Por mais riquezas que acumulem no presente, são pobres na falta de segurança para usufruir o patrimônio no futuro. E vivem no susto permanente diante das incertezas em que os filhos crescerão.

Os ricos angolanos continuam pobres de tanto gastar dinheiro apenas para corrigir os desacertos criados pela desigualdade que suas riquezas provocam: em insegurança e ineficiência. No lugar de usufruir tudo aquilo com que gastam, uma parte considerável do dinheiro nada adquire, serve apenas para evitar perdas.

Por causa da pobreza ao redor, os angolanos ricos vivem um paradoxo: para ficarem mais ricos têm de perder dinheiro, gastando cada vez mais apenas para se proteger da realidade hostil e ineficiente.

Quando viajam ao exterior, os ricos sabem que no hotel onde se hospedarão serão vistos como exploradores de crianças nas Lundas, destruidores da Floresta do Maiombe em Cabinda, usurpadores da maior concentração de renda do planeta, portadores de malária, de paludismo e de filaria. São ricos empobrecidos pela vergonha que sentem ao serem vistos pelos olhos estrangeiros.

Na verdade, a maior pobreza dos ricos angolanos, está na incapacidade de verem a riqueza que há nos pobres. A pobreza de visão dos ricos impediu também de verem a riqueza que há na cabeça de um povo educado.

Ao longo de toda a nossa história, os nossos ricos abandonaram a educação do povo, desviaram os recursos para criar a riqueza que seria só deles, e ficaram pobres: contratam trabalhadores com baixa produtividade, investem em modernos equipamentos e não encontram quem os saiba manejar, vivem rodeados de compatriotas que não sabem ler o mundo ao redor, não sabem mudar o mundo, não sabem construir um novo país que beneficie a todos.

Muito mais ricos seriam os ricos se vivessem em uma sociedade onde todos fossem educados. Para poderem usar os seus caros automóveis, os ricos construíram viadutos com dinheiro de colocar água e esgoto nas cidades, achando que, ao comprar água mineral, se protegiam das doenças dos pobres.

Esqueceram-se de que precisam desses pobres e não podem contar com eles todos os dias e com toda saúde, porque eles (os pobres) vivem sem água e sem esgoto. Montam modernos hospitais, mas tem dificuldades em evitar infecções porque os pobres trazem de casa os germes que os contaminam. Com a pobreza de achar que poderiam ficar ricos sozinhos, construíram um país doente e vivem no meio da doença.

Há um grave quadro de pobreza entre os ricos angolanos. E esta pobreza é tão grave que a maior parte deles não percebe. Por isso a pobreza de espírito tem sido o maior inspirador das decisões governamentais das pobres ricas?Elites? Angolanas. Se percebessem a riqueza potencial que há nos braços e nos cérebros dos pobres, os ricos angolanos poderiam reorientar o modelo de desenvolvimento em direcção aos interesses das nossas massas populares.

Libertariam a terra para os trabalhadores rurais, realizariam um programa de construção de casas e implantação de redes de água e esgoto, contratariam centenas de milhares de professores e colocariam o povo para produzir para o próprio povo. Esta seria uma decisão que enriqueceria ANGOLA INTEIRA - os pobres que sairiam da pobreza e os ricos que sairiam da vergonha, da insegurança e da insensatez.

Mas isso é esperar demais. “Os ricos são tão pobres que não percebem a triste pobreza em que usufruem suas malditas riquezas”.

Angola NP

 
JES admite conflito de interesses entre MPLA e administração pública PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 27 Janeiro 2013 07:23

JES admite conflito de interesses entre MPLA e administração pública

O presidente angolano, José Eduardo dos Santos, admitiu um conflito de interesses entre quadros do MPLA e da administração pública, não excluindo a possibilidade de sanções. As declarações foram feitas durante a reunião do comité central do MPLA, em Luanda.

Na abertura da VI sessão ordinária do Comité Central do MPLA, o presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, anunciou a adopção de uma nova política de quadros. O líder do partido criticou o conflito de interesses existente entre quadros do MPLA e da administração pública.

Para José Eduardo Dos Santos, o país precisa de uma política de quadros actualizada, coerente, realista e eficaz que estabeleça critérios efectivos de formação, remuneração, de avaliação do desempenho, de ascensão por mérito próprio.

“A política de nomeação de quadros para cargos de direcção e chefia na administração pública é muitas vezes vinculada a cargos electivos partidários, mas nem sempre o perfil desses quadros que estão mais familiarizado com o trabalho político de massas, e de organização e funcionamento interno é adequado para as tarefas administrativas e para exercer a autoridade do Estado e ao seu nível”, sustentou.

“Esta situação é demasiada evidente ao nível dos municípios e comunas, particularmente, nos grandes centros urbanos como Luanda. Por outro lado, alguns militantes que ocupam funções partidárias e político-administrativas não tratam no exercício das suas obrigações os assuntos de forma objectiva, na base das leis e dos regulamentos do Partido, e colocam questões subjectivas e pessoais, acima dos interesses gerais gerando contradições, atritos e incompatibilidades com outros quadros. Estas situações surgiram na Lunda – Norte, entre o 1º secretário do Partido e o Ex - governador provincial, e os dois foram substituídos”, lembrou.

José Eduardo Dos Santos frisou que tal situação surgiu antes na Província do Uíje, e mais recentemente, em Cabinda e no Kuando – Kubango, situações estas que já foram superadas.

“A situação mais grave é que temos hoje na cidade de Luanda, onde estas contradições e incompatibilidades do género estão a prejudicar o trabalho do Partido e do Estado”, afirmou.

Por esta razão, sublinhou, o Bureau Político está estudar o assunto para tomar as medidas que se imponham.

Angola NP

 


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