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O interior da UNITA mexe mais do que o que parece PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 16 Setembro 2012 14:04

O interior da UNITA mexe mais do que o que parece

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Samakuva pode continuar na liderança da UNITA, o que não evitaria que surgissem pretendentes ao lugar a acusá-lo de não ter ganho as eleições e de não ter recuperado o score de 1992. Mas desafiantes ou não, algumas personalidades da UNITA vão já sendo apontadas como possíveis candidatos ao lugar. São nomes de prestígio e a ter em conta no xadrez político nacional.

O que tem de bom e interessante a política é, quando em democracia e sem a querer ferir, o esforço que os políticos fazem para parecerem as pessoas mais importantes do mundo e que os seus assuntos são absolutamente vitais para a Humanidade. Como algumas vezes a História registou que estas cogitações levam à desgraça de povos, o melhor é prestar-lhes alguma atenção. Mas esta atenção deve ser suficientemente astuta para perceber-lhes todas as variantes. Daí que se diga que em política nem tudo o que parece é.

Veja-se o caso da UNITA, em que apesar da frente de batalha aberta contra a CNE nas suas alegadas irregularidades, as movimentações internas não pararam. Sinal de vitalidade, de choque de interesses, de busca da afirmação do partido.

Sinais aparentemente contraditórios mas que fazem parte do universo político. Depois da saída de Chivukuvuku e dos que assumiram integrar o Grupo de Reflexão que desafiou o líder antes da realização do último congresso do partido, tendo “provocado” a quase afastada recandidatura de Isaías Samakuva, como o próprio admitiu, numa espécie de movimento para não deixar que o partido fosse cair em más mãos, o caminho ficou mais aberto para outros interessados no lugar de líder. Ou porque esperariam que Samakuva não se fosse apresentar a um quarto mandato, ou porque esperassem resultados eleitorais piores que não deixassem ao actual presidente outra saída que não a resignação.

UM SILÊNCIO PARA REFLECTIR
Mas o último discurso de Samakuva, na reunião do Comité Permanente da UNITA, ainda esta semana, pode deixar espaço para pensar que está de pedra e cal no lugar. A combatividade do discurso mostrou um homem disposto a lutar pela sua verdade eleitoral até às últimas consequências. E esse combate, depreende-se, será feito na liderança do partido. Ele, o lesado. Ou se trataria, antes, de um discurso combativo de um líder que quer sair em grande? Depois de ter duplicado o número de deputados em relação à legislatura anterior, Samakuva terá saído da posição de culpado pelo descalabro de 2008, e “não fossem as fraudes, a UNITA estaria agora a formar governo”. Melhor que isso haverá pouco.

E se a combatividade evidenciada no discurso foi para preparar a sua saída, então veio bem a calhar, se o propósito é deixar as bases unidas e preservar a capacidade de influenciar na escolha do líder que virá a seguir.

Com efeito, o silêncio que antecedeu tal discurso pode bem ter servido para uma reflexão profunda sobre o futuro, do partido e pessoal. E não seria de espantar, como se pode ler em alguns sinais, que a UNITA viesse a convocar para breve um congresso extraordinário.

Samakuva, pode-se especular pelos últimos sinais e ligando-os ao facto de se ter candidatado ao mandato que ocupa para “castigar” a ousadia do Grupo de Reflexão, poderá deixar proximamente a liderança da UNITA.

Para sair em grande: a recuperar o prestígio e os lugares parlamentares e injustiçado nas eleições, o que internamente se pode traduzir numa espécie de vitória moral que leva os militantes a cerrar fileiras.

EFEITO CHIVUKU
Mas haveria outra razão para Samakuva pensar em afastar-se agora.

De fora, não teria de conviver com a concorrência de Abel Chivukuvuku que poderá passar a mensagem de não ter ido mais longe nas eleições por não ter disposto de uma máquina partidária com a grandeza da UNITA.

Com efeito, para Samakuva seria demasiado penoso assistir ao crescimento da CASA-CE nos próximos tempos, tal como, é fácil adivinhar, não terá ainda perdoado a saída de Abel no modo desafiador como o fez. Nunca se saberá que ganhos eleitorais teria uma UNITA com Isaías e Abel. O que se sabe é que a CASA-CE ficou em terceiro lugar nas eleições gerais, com oito deputados em apenas quatro meses de existência, o que pode representar um forte potencial de crescimento. Abel Chivukuvuku e a sua CASA-CE podem ser guerras a evitar. Aliás, para homens que se bateram no interior da UNITA, não deixou de ser assinalável que correndo para os mesmo lugares parlamentares tenham optado, em campanha eleitoral, pela ignorância mútua. UNITA e CASA-CE fizeram campanhas como se o outro não existisse.

DESGASTE PSICOLÓGICO
Se ficar, Isaías Samakuva estará a fazer um percurso como o de Lula da Silva, que teve várias tentativas antes de se fazer eleger Presidente. Mas aqui há outros factores a ter em conta: Ninguém garante que venha a ter a mesma “sorte” que o ex-presidente brasileiro, nem que a militância da UNITA tenha o mesmo estômago para esperar. E numa terceira derrota eleitoral a fraude voltaria a ser apresentada como razão? Para ficar, e em caso de nova derrota, ainda que tivessem o seu quê de verdade, Samakuva sabe que a justificação da fraude não colheria. Além disso há o aspecto do cansaço psicológico: as batalhas dentro do partido, como a que levou à saída de Abel Chivukuvuku e de outros quadros, e as batalhas contra o adversário MPLA, fundamentalmente no plano legal, como a UNITA se tem posicionado, levam a um desgaste psicológico que pode aconselhar a um descanso e mais cuidados com a própria saúde e família.

FONTE: O País

 
Coligação de Abel Chivukuvuku anuncia primeiro congresso extraordinário para abril de 2013 PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 16 Setembro 2012 13:51

Coligação de Abel Chivukuvuku anuncia primeiro congresso extraordinário para abril de 2013

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A Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE) anunciou hoje, em Luanda, a realização de um congresso extraordinário em abril de 2013, para analisar a possibilidade de se transformar em partido.

O anúncio da terceira força mais votada nas eleições gerais de 31 de agosto consta do comunicado final da segunda reunião ordinária do Conselho Deliberativo Nacional, que decorreu na capital angolana.

O congresso deverá realizar-se entre os dias 02 e 04 de abril de 2013.

No discurso de encerramento, o líder da CASA-CE, Abel Chivukuvuku, referiu que o congresso extraordinário constituirá “um novo ponto de partida (…) para que o ciclo histórico que catapultará Angola para a mudança” se inicie a partir daquele congresso e se realize em 2017.

Abel Chivukuvuku, antigo dirigente da UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola), disse que a CASA-CE” representa a esperança que um dia Angola possa verdadeiramente conhecer a mudança que tanto se espera”.

A CASA-CE elegeu oito deputados e obteve 6 por cento dos votos a 31 de agosto.

“Torna-se um imperativo da CASA-CE trabalhar profundamente, com afinco para produzirmos a alternância tão necessária para Angola”, garantiu.

A coligação, e outros dois partidos da oposição angolana, apresentou na sexta-feira no Tribunal Constitucional um recurso de contestação dos resultados eleitorais, que deram 175 deputados ao MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), partido que governa o país desde a independência, em 1975.

O MPLA alcançou 71,84 por cento dos votos.

Na intervenção, Abel Chivukuvuku referiu que a resolução do Tribunal Constitucional sobre as reclamações dos resultados eleitorais de 31 de agosto vai encerrar mais um ciclo político da vida de Angola.

Tudo indica que “os mesmos que todos os dias açambarcam os recursos de todos os angolanos são os mesmos que mais uma vez açambarcaram o voto e a vontade soberana de milhares de angolanos”, sublinhou.

“Vai, se os prognósticos assim se confirmarem, ficar provado que enquanto o nosso compatriota José Eduardo dos Santos for Presidente não teremos em Angola uma democracia plena, saudável e com todos os seus atributos”, acusou.

“A CASA-CE deve convidar e apelar todos os patriotas angolanos para não soçobrarem perante a desilusão coletiva que as injustiças e as ilegalidades, que caracterizaram as eleições gerais de 2012, trouxeram”, pediu.

Em relação à possibilidade de a coligação se transformar em partido, Abel Chivukuvuku disse aos jornalistas que no congresso será feito um estudo da viabilidade jurídica e legal para se tomar uma decisão.

“Faz parte dos acordos iniciais que levaram à constituição da CASA, no entanto, vai-se fazer simplesmente ainda um estudo da viabilidade jurídica, legal para depois decidirmos no congresso se vamos ou não dar este passo”, acrescentou.

Na reunião de hoje foi aprovada a composição das várias comissões preparatória e técnicas especializadas do primeiro congresso extraordinário e decidida a realização de um Conselho Deliberativo Nacional na primeira quinzena de fevereiro de 2013, para apreciação dos trabalhos das comissões criadas.

FONTE: Lusa

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Abel Chivukukuvu abdicará parlamento PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Notícias
Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 16 Setembro 2012 13:37

Abel Chivukukuvu abdicará parlamento

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Lisboa – Abel Chivukuvuku, o líder da Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE), prevê tomar posse como deputado, a Assembléia Nacional e logo a seguir renunciar a sua posição como parlamentar cedendo o lugar para uma outra figura. Nesta caso para Carlos Tiago Kandanda, o número nove das listas de candidatos da coligação que dirige.

Carlos Kandanda entra para o seu lugar

A abdicação de Chivukuvuku da Assembleia Nacional é associada a cálculos que o levarão a tempo integral dedicar-se da liderança/gestão da coligação, no sentido de as preparar para eventuais as eleições autárquicas.

Para o efeito, o político convocou para sábado (15), a IIª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo Nacional da CASA-CE (integrado por 223 membros e 15 suplentes) para discussão e aprovação sobre a convocação do I Congresso Extraordinário e a estruturação do grupo parlamentar da coligação.

Consta ainda na agenda de trabalho, da convocada reunião, a criação da Comissão de Estudo Sobre as Condições Políticas, Jurídicas e Técnicas para as Eleições Autárquicas.

De recordar que a CASA-CE tornou-se na terceira força política das eleições gerais de 31 de Agosto, elegendo oito deputados. Isto é teve 345.589 votos que correspondem a 6,00 %.

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Abel Chivukukuvu abdicará parlamento PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 16 Setembro 2012 13:37

Abel Chivukukuvu abdicará parlamento

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Lisboa – Abel Chivukuvuku, o líder da Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE), prevê tomar posse como deputado, a Assembléia Nacional e logo a seguir renunciar a sua posição como parlamentar cedendo o lugar para uma outra figura. Nesta caso para Carlos Tiago Kandanda, o número nove das listas de candidatos da coligação que dirige.

Carlos Kandanda entra para o seu lugar

A abdicação de Chivukuvuku da Assembleia Nacional é associada a cálculos que o levarão a tempo integral dedicar-se da liderança/gestão da coligação, no sentido de as preparar para eventuais as eleições autárquicas.

Para o efeito, o político convocou para sábado (15), a IIª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo Nacional da CASA-CE (integrado por 223 membros e 15 suplentes) para discussão e aprovação sobre a convocação do I Congresso Extraordinário e a estruturação do grupo parlamentar da coligação.

Consta ainda na agenda de trabalho, da convocada reunião, a criação da Comissão de Estudo Sobre as Condições Políticas, Jurídicas e Técnicas para as Eleições Autárquicas.

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MPLA vai prosseguir política de compreensão e de boa vizinhança com países limítrofes PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 26 Agosto 2012 09:34
MPLA vai prosseguir política de compreensão e de boa vizinhança com países limítrofes
 
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O partido MPLA vai prosseguir a sua política de compreensão e de boa vizinhança com países limítrofes, segundo disse hoje (sábado), em Menongue, o seu Presidente José Eduardo dos Santos.

O Presidente José Eduardo dos Santos fez esta referência quando discursava num acto de massas, naquela cidade, no quadro da campanha eleitoral, para o pleito do dia 31 próximo, acrescentando que ela visa garantir a paz, a tranquilidade e a segurança ao longo da fronteira, bem como o combate à imigração ilegal.

Argumentou que são intensas as relações comerciais entre Angola e a Namíbia e entre Angola e a Zâmbia, através da fronteira comum e, nessa actividade, está envolvido um significativo número de agentes económicos que prestam importantes serviços para as comunidades.

Neste sentido, disse, o MPLA vai promover a melhoria das vias de comunicação nestas regiões, a instalação de serviços administrativos necessários e o apoio multidisciplinar às populações.

Por outro lado, fez alusão ao facto de esta província ter sofrido “os dolorosos efeitos da agressão estrangeira e da guerra imposta pelos seus aliados internos que fizeram dela a principal base para as suas acções de desestabilização de todo o país”.

“Vencemos esta etapa graças à vossa coragem e determinação. Agora estamos a viver um novo capítulo da nossa história. O povo vive finalmente em paz e está empenhado na reconstrução e desenvolvimento de Angola”, salientou.

Neste sentido, acrescentou, “uma das consequências mais graves da guerra é que o nosso país, e em especial esta província, foi bastante minado. Centenas de milhares de minas anti-tanque e anti-pessoais foram implantadas em muitas e vastas regiões, junto das pontes, dos caminhos-de-ferro, das torres de transporte de energia e nos campos agrícolas”.

Daí que, segundo o líder do MPLA, esse flagelo reduziu praticamente a zero a produção no campo e as famílias ficaram mais pobres. Muitos angolanos ficaram sem ter o que plantar nem o que comer.

Acrescentou que com a paz essa situação começou a mudar e que para isso foi preciso desminar vastas regiões, incluindo campos agrícolas e acessos às aldeias no meio rural.

“Hoje a maior parte do nosso território já foi desminado e merecem um grande aplauso de reconhecimento todos os sapadores e operadores de desminagem, que cumpriram esta tarefa com coragem e, às vezes, com o sacrifício da própria vida”, defendeu.

Disse ainda que foi isto que permitiu reabilitar as estradas e as pontes, os caminhos-de-ferro, entre outras tarefas para que se pudesse restabelecer a livre circulação de pessoas e bens e relançar a produção e a actividade económica.

De igual modo, isto permitiu também o regresso às suas zonas de origem das populações que tinham sido forçadas a deslocar-se para outras zonas mais seguras do país, referenciou.

“Dezenas de milhares de pessoas sinistradas são vítimas das minas. O Governo do MPLA continuará a prestar-lhes assistência, seja fornecendo-lhes ajuda técnica, seja adoptando políticas que assegurem a sua plena reinserção social”, realçou.
 
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MPLA reitera compromisso de acabar com injustiça salarial PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 26 Agosto 2012 09:30
MPLA reitera compromisso de acabar com injustiça salarial
 
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A candidata do MPLA pelo Círculo Provincial de Cabinda, Aldina da Lomba, reiterou sexta-feira, nesta cidade, o compromisso do partido em acabar com a disparidade de salários entre os trabalhadores nacionais e os expatriados, sobretudo no sector petrolífero.

Falando num encontro com trabalhadores do sector petrolífero, em serviço em Malongo, considerou situação de injustiça social que deve ser resolvida, com urgência.

Sublinhou que o MPLA quer uma governação em plena parceria com a sociedade, tendo instado os trabalhadores a denunciar os actos de injustiça, para que as entidades competentes possam agir.

Aos sindicatos, Aldina da Lomba, pediu firmeza na defesa dos trabalhadores.

Solicitou apoio dos ministérios dos Petróleos e da Administração Pública, Emprego e Segurança Social (MAPESS) para uma solução urgente e airosa das inquietações dos trabalhadores.

A também governadora interina da província de Cabinda prometeu empenho das instâncias de direito para se acabar práticas menos boas de algumas agências de emprego, afirmando ter conhecimento de que estas, para além dos subsídios que recebem da Chevron, ficam com parte de salários dos empregados.

Realçou que um passo importante foi dado com a aprovação da Lei 272, referente ao trabalho provisório, e que também o programa de governação do MPLA, para o próximo mandato, define salário igual, para cidadão nacional ou expatriado, em caso de funções equivalentes.

Pediu aos trabalhadores que tenham confiança no MPLA, assegurando que esta injustiça salarial vai acabar. "Não temos medo de ninguém porque estamos no nosso país, para defender o nosso povo. O poder é para ser exercido", rematou.

Os trabalhadores agradeceram o ambiente de franca abertura e de diálogo como decorreu o encontro, tendo apelado a urgência na solução dos problemas apresentados.

Ao encontro, decorrido no pavilhão multi-uso do Tafe, estiveram presentes os vice-ministros dos Petróleos, José Gualter Inocêncio, da Agricultura, André Moda, e o secretário do Estado para os Direitos Humanos, António Bento Bembe.
 
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UNITA promete confusão em caso de insatisfação das suas exigências PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 26 Agosto 2012 09:24
UNITA promete confusão em caso de insatisfação das suas exigências
 
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A UNITA, um dos partidos concorrentes às eleições gerais do dia 31 de Agosto, prometeu, hoje em Luanda, "fazer confusão" caso constate haver irregularidades no acto eleitoral, pelo que apela à CNE a trabalhar com transparência e justeza para acautelar a situação.

Esta intenção foi manifestada Porta-Voz deste partido, Alcides Sakala, sublinhando: “Não é nossa vontade boicotar as eleições, mas também não podemos estar a aceitar certas irregularidades para favorecer o partido no poder. Portanto, se a CNE não repor a legalidade do processo eleitoral, no dia 31 nós vamos fazer confusão".

Alcides Sakala fez este pronunciamento durante um comício de encerramento da manifestação da UNITA em Luanda, momentos em que falava sobre a resposta, que considerou insatisfatória, da Comissão Nacional Eleitoral ao memorando enviado pelo seu partido.

“Ouvimos a porta-voz da CNE afirmar, há dias, que a CNE vai disponibilizar aos delegados de lista a transcrição das actas, que será feita segundo o arbítrio dos presidentes das mesas, e que as questões por nós suscitadas “são de índole subjectiva e sem respaldo na Lei” - recordou.

Entretanto, o presidente da UNITA, Isaías Samakuva, disse, sexta-feira, no Soyo, província do Zaire, que levava uma mensagem de esperança aos angolanos em todas as províncias.

Isaías Samakuva, que falava num acto político, no quadro da campanha eleitoral na província do Zaire, pediu solidariedade de todos os partidos concorrentes às eleições para se evitar desentendimentos.

Proveniente de Mbanza Kongo, Isaías Samakuva encabeçou no Soyo uma passeata pedestre, do aeroporto local ao campo de futebol da cidade, onde presidiu o acto político.No mesmo dia, o líder da UNITA deslocou-se à província de Cabinda onde realizou um comício.Por favor amigo/a seja fã da rádio e convida os seus amigos a serem fãs queremos atingir 25000 fãs com a sua ajuda muito obrigado.

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Oposição só faz críticas negativas - diz líder dos camaradas PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 19 Agosto 2012 12:06
Oposição só faz críticas negativas - diz líder dos camaradas
 
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O presidente do MPLA, disse esta Sexta-feira, 17/08, no Luena, província do Moxico, que a oposição em Angola só sabe fazer críticas negativas ao seu Executivo.

Para José Eduardo dos Santos, esta é uma luta forte entre o bem e o mal. “Nesta luta, o bem esta a vencer, porque estamos a fazer e o povo está a se beneficiar”, disse Dos Santos.

O líder do MPLA que chegou esta manhã ao Luena, aproveitou para apelar a união e o civismo dos seus militantes e simpatizantes. “Devemos todos acorrer as urnas com união e civismos para mostrarmos que somos ordeiros que e respeitamos a paz”, apelou o presidente do MPLA.
 
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Partidos grandes e fortes capazes de solucionar problemas afirma UNITA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 19 Agosto 2012 12:01
Partidos grandes e fortes capazes de solucionar problemas afirma UNITA
 
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A UNITA constata que "só aos partidos grandes e fortes está reservada a capacidade de solucionar os problemas da população" e reiterou os apelos para que ninguém entregue o seu cartão de eleitor a outra pessoa.

A constatação foi feita por Raul Danda, presidente da bancada parlamentar da UNITA da legislatura que terminou quarta-feira última, quinta-feira no tempo de antena do seu partido na Rádio Nacional de Angola (RNA), no quadro da campanha para as Eleições Gerais de 2012.

Raul Danda, que dirigiu a sua mensagem em português e em língua nacional fiote, ressaltou que "o povo de Cabinda está cansado. Só a UNITA virá salvar".

"Só com a UNITA é que os Cabindas podem viver bem, com dignidade", enfatizou, apelando a população a votar no seu partido, como garantia de dignidade para o povo de Cabinda.

Dirigindo-se igualmente em língua nacional Umbundo, pediu aos mais velhos para, no dia 31 de Agosto escolherem bem os dirigentes do país.

Por outro lado, anunciou, para sexta-feira, a realização de comícios, em duas localidades no Bié, duas palestras, com profissionais de saúde e com a juventude, e uma campanha porta-a-porta, em Menongue (Kuando Kubango).
 
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CPO contra debate entre candidatos a Presidente da República PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Domingo, 19 Agosto 2012 11:57
CPO contra debate entre candidatos a Presidente da República
 
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O Conselho Político da Oposição (CPO) manifestou-se hoje, sexta-feira, em Luanda, contra qualquer tipo de debate televisivo ou radiofónico entre os candidatos à Presidência da República.

Em declarações à Angop, o cabeça de lista da coligação, Anastácio Finda, defendeu essa posição alegando que, uma vez que a lei não prevê essa intenção, então os candidatos não devem se submeter aos "caprichos" de algumas vozes que advogam esta pretensão.


"O país é regido por lei e normas, e se não existe na Constituição nenhum artigo que define o debate público, então os candidatos são soberanos em aceitar ou negar, uma vez que os programas de governação têm estado a passar e está ao alcance de todos os cidadãos", explicou.


Falando sobre a campanha que a sua coligação tem realizado, Anastácio Finda frisou que o objectivo até ao momento tem sido atingido, acrescentado que "têm levado uma mensagem aos eleitores, garantindo o bem-estar social e profissional a todos os angolanos".



Neste momento a direcção do CPO encabeçada pelo seu presidente está a caminho da província de Benguela, onde no município do Lobito vai realizar uma campanha de massas, durante a qual darão a conhecer o seu programa de governação para o quinquénio 2012-2017.


Integram o Conselho Político da Oposição os partidos de Congregação Nacional (PCN), Angolano de Desenvolvimento Social (PADF), Liberal para Unidade Nacional (PLUN), Aliança para a Democracia do Povo de Angola (ADPA) e Democrático para o Progresso Social (PDPS
 
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Responsável da CASA-CE pede civismo e cultura democrática aos concorrentes às eleições PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Kamba de Almeida   
Quarta, 15 Agosto 2012 06:28

Responsável da CASA-CE pede civismo e cultura democrática aos concorrentes às eleições

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O secretário nacional para mobilização da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), Américo Chivukuvuku, defendeu hoje, em Luanda, a necessidade de todos os concorrentes do pleito de 31 deste mês (Agosto) a continuarem a pautar-se pelo civismo e por uma cultura democrática.

Segundo o responsável, que falava à Angop, para fazer o balanço da campanha, nenhum partido tem o direito de rasgar a propaganda de outro concorrente, pois os militantes dos partidos devem se preocupar em divulgar o seu programa de governação, através da propaganda, por ser esta a melhor via de convencer o eleitorado a votar em si.

O político entende que neste período é importante as forças partidárias estarem imbuídas do espírito democrático, para harmonia entre irmãos, consolidação da reconciliação nacional e do Estado democrático e de direito.

Américo Chivukuvuku enfatizou que a democracia é o único modelo que permite ao país ter estabilidade política, desenvolvimento e o bem-estar para todos os angolanos.

Quanto à campanha eleitoral, aberta no dia 31 de Julho e com termo aprazado para 29 de Agosto, dois dias antes do escrutínio, salientou que o balanço dos 15 dias de actividade é positivo e os objectivos preconizados estão atingidos.

Informou que o vice-presidente Lindo Bernardo Tito está a trabalhar no corredor leste e hoje está a trabalhar no Chitato (província da Lunda Norte), enquanto o vice-presidente Manuel Fernandes tem estado a trabalhar nos municípios do interior da província do Zaire.

Disse que o secretário-geral, Leonel Gomes, está no Namibe para inaugurar a sede na província, pois a CASA-CE tem que estar próxima do cidadão e do eleitor, porque é importante que os cidadãos saibam onde podem contactar a formação política.

Para o pleito do dia 31 de Agosto, a CASA-CE apresentou ao Tribunal Constitucional Abel Chivukuvuku como candidato a Presidente da República, enquanto André Mendes de Carvalho é o segundo cabeça de lista e candidato a vice-presidente.

FONTE: Angop

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